15042195_1226435034093586_6843648552397371449_o
15110997_1226434870760269_1138810443943749155_o
15110390_1226434384093651_8651987379863137017_o
15110922_1226434267426996_5138123237476040363_o
15129058_1226434157427007_7110590604728973400_o
15123316_1226434134093676_5951437551172742460_o
15068396_1226433980760358_3772417105525784621_o
15039630_1226433787427044_5443510124818123083_o
15123080_1226433730760383_5204161211558675833_o
15039562_1226433600760396_6156885255258956871_o
15111095_1226433570760399_3228476604573187880_o
15068316_1226433497427073_7637293792729533287_o
15128953_1226433484093741_3196548879853208387_o
15069082_1226433400760416_4196303447013081256_o

Homem Bruxa

developed for

O multi-instrumentista André Abujamra, um dos maiores artistas criativos e reconhecido por potencializar suas obras e difundir novos e consistentes rumos na música brasileira unificada a cultura de todos os lados do mundo, faz temporada de lançamento de seu quarto álbum solo “O Homem Bruxa”.

Durante os shows de lançamento de O Homem Bruxa, como o realizado em maio/2015 no Auditório Ibirapuera com lotação esgotada, em São Paulo, André Abujamra surpreende o público com a ousadia de tocar, com bom humor, todos os instrumentos (piano, baixo, guitarra, bateria, percussão, conga, teclado e a tradicional flauta chinesa, Hulusi), além de produzir, dirigir, dançar, atuar, fazer mágicas, e até levitar, ponto alto do espetáculo.

No show , usando bases pré-gravadas, loop, pedais e instrumentos adaptados, André Abujamra cria ambientação sonora e também visual com as projeções eventuais e interativas que ocupam o fundo do palco com direito a Jerry Lewis, numa cena de um de seus filmes, tocando saxofone e interagindo com André no palco, em uma lúdica sincronia como um verdadeiro “Homem Bruxa”; assim como a participação em vídeo, gravado poucos dias antes do falecimento de Antônio Abujamra em “O Homem Bruxa”, que através de uma projeção surge dentro de uma espaçonave em 3D durante o show.

O Homem Bruxa dá continuidade a uma linguagem já presente nos últimos trabalhos de Abujamra, como “O Infinito de Pé” e “Mafaro”.

Para atender a performance solo de André Abujamra, a Traquina Musical, acoplada às alças de couro onde está o bumbo, serve como suporte aos demais instrumentos que são encaixados diretamente por conectores tubulares e presilhas ou suspensos em hastes verticais tendo como conceito o “one man-band” (banda de um homem só), que concilia a funcionalidade de um instrumento musical portátil com recursos de automação mecânica acionados por dispositivos eletros-mecânico (Arduino – ao todo 7 válvulas solenóides), aliado à plasticidade de uma escultura, utilizando o conceito de estética do Art Nouveau, para apropriação das formas simples dos instrumentos e para ligação visual entre eles.

O conjunto é formado por bateria composta por bumbo, caixa, timba, par de bongôs, pandeirola, prato, woodblock, cowbell, tendo como complemento de sonoplastia, buzina de mão, queixada, caixa de música, kazoo e apito de êmbolo, além do violão acústico que dispõe de um captador interno para amplificação, e três microfones suspensos em semicírculo na altura da boca por um suporte de gaita para equilibrar os volumes de todos os instrumentos e da voz.